Apesar da demora, voltei para falar sobre a Fête de la Musique, como prometido anteriormente. Bem, como disse no último post,
estava super curiosa para conhecer a famosa festa francesa, mas acordei
com uma cólica filha da..., o que diminuiu em pelo menos 50% a minha
curiosidade. Eduardo desistiu de sair porque precisava trabalhar, o que
me desanimou ainda mais e, pra completar, o RER (trem que faz conexão
com as linhas de metrô) estava de greve (quem conhece a história de
Paris sabe que eles jamais perderiam uma oportunidade dessas).
De qualquer forma (leia-se: apesar de tudo isso), decidi que sairia ainda que por uma horinha apenas, ainda que apenas para poder escrever este post, e saí. Aproveitei que precisava fazer umas comprinhas no Monoprix e fui até o 4ème, dei uma volta nos arredores da Notre Dame e não vi nenhum artista de rua se apresentando (só uma modelo fotografando em pleno Boulevard Saint-Michel), depois fui caminhando até o 6ème para comprar um hidratante na Citypharma (melhor farmácia de Paris para comprar cosméticos - um dia escreverei um post sobre ela) e nada de artistas pelo caminho. Decepção! Oras, eu sabia que se eu fosse até Montmartre eu veria muitos artistas e muita gente, aliás, em Montmartre sempre tem muitos artistas e muita gente, mas, puxa, eu imaginava a "Fête de la Musique" como uma festa mais global, que envolvia toda a cidade, todos os artistas, durante todo o dia, isso sim seria bacana. Bem, peguei o metrô em Saint Germain e desci na Place de la Concorde, ainda com esperança de ver a cidade em festa e com aquela frase do Hemingway na cabeça... Nada na praça, nada no metrô! Por incrível que pareça, no dia 21 de junho nem os artistas que sempre se apresentam no metrô deram o ar da graça, ninguém, nem um violinista, saxofonista, acordeonista ou flautista, nem um violonistazinho sequer pra contar história... E olha que eu saí com a carteira recheada, hein, tudo em nome da "Fête de la Musique"! Fui andando da Place de la Concorde até o Arco do Triunfo, Champs-Élysées inteirinha, e sabem quantas apresentações eu vi em todo o percurso? Três, apenas três.
De qualquer forma (leia-se: apesar de tudo isso), decidi que sairia ainda que por uma horinha apenas, ainda que apenas para poder escrever este post, e saí. Aproveitei que precisava fazer umas comprinhas no Monoprix e fui até o 4ème, dei uma volta nos arredores da Notre Dame e não vi nenhum artista de rua se apresentando (só uma modelo fotografando em pleno Boulevard Saint-Michel), depois fui caminhando até o 6ème para comprar um hidratante na Citypharma (melhor farmácia de Paris para comprar cosméticos - um dia escreverei um post sobre ela) e nada de artistas pelo caminho. Decepção! Oras, eu sabia que se eu fosse até Montmartre eu veria muitos artistas e muita gente, aliás, em Montmartre sempre tem muitos artistas e muita gente, mas, puxa, eu imaginava a "Fête de la Musique" como uma festa mais global, que envolvia toda a cidade, todos os artistas, durante todo o dia, isso sim seria bacana. Bem, peguei o metrô em Saint Germain e desci na Place de la Concorde, ainda com esperança de ver a cidade em festa e com aquela frase do Hemingway na cabeça... Nada na praça, nada no metrô! Por incrível que pareça, no dia 21 de junho nem os artistas que sempre se apresentam no metrô deram o ar da graça, ninguém, nem um violinista, saxofonista, acordeonista ou flautista, nem um violonistazinho sequer pra contar história... E olha que eu saí com a carteira recheada, hein, tudo em nome da "Fête de la Musique"! Fui andando da Place de la Concorde até o Arco do Triunfo, Champs-Élysées inteirinha, e sabem quantas apresentações eu vi em todo o percurso? Três, apenas três.
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